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A inteligência nos móveis


Quando vamos comprar um móvel, “ser inteligente” é um dos pré-requisitos, além da qualidade, estética e conforto, é claro. Esse pré-requisito aumentou ainda mais com a diminuição dos ambientes dentro das casas/apartamentos, que estão cada vez mais reduzidos e exigindo maior multifuncionalidade.


Mas, por que estão diminuindo?


Essa redução é uma tendência por diversos fatores, entre eles: aumento rápido e contínuo da população, falta de terrenos nas grandes cidades, valor dos imóveis, mais pessoas com interesse na casa própria. Tudo isso é muito claro hoje na nossa sociedade, e muitos de nós inclusive sentimos esse impacto.


Por conta desse fator, e também da nova era em que vivemos, onde desejamos tudo com facilidade, conforto, praticidade, flexibilidade e imediatismo, é preciso que os móveis atendam a multifunções e ocupem menos espaço, ou seja, que sejam inteligentes.


E como tornar um móvel “inteligente”?


Basta pensar nos desdobramentos que ele pode ter, que funções ele pode atender, onde você pode encaixar um acessório que irá facilitar ou flexibilizar o uso. São exemplos práticos: mesas retráteis e reguláveis em altura, banco/baú, gavetas embutidas etc. Basta usar a criatividade e adaptar para necessidades do dia a dia, já se torna um grande diferencial no mercado!


Qualidade, diferencial e durabilidade


Um móvel entra ainda mais em destaque quando, além de ser inteligente, ele também envolve a qualidade dos materiais usados, o design diferenciado e a durabilidade (que muito está associada a qualidade do material). Por mais que isso resulte no aumento do preço, você apresentará um custo-benefício aos seus clientes e eles reconhecerão que estão pagando por um bom produto! Além de estar em evidência quando todos os seus concorrentes apresentam a mesma solução, da mesma forma. Hoje o segredo é procurar destaque, afinal, opções não faltam.


Fonte: revista.moveisdevalor.com.br



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